Juliana Medeiros

Reflexões

Cadê a inspiração?

Publicado às 05/11/18 00h06

Eu estou um bom tempo sem escrever para o blog, nas entrelinhas gosto de transmitir minhas verdades ao meu leitor.  De janeiro até agora tive grandes transformações que não permitiram o tempo necessário e discernimento suficiente para transformar em palavras aquilo que vivenciei. Andava sem a tal inspiração...

Numa manhã bem mais suave começou a fluir alguns rabiscos com a intenção de transmitir várias mensagens, sendo:                   

Primeira. Quando tudo parece sem solução, Deus sempre vai te abrir uma porta, enviando alguém por Seu intermédio pra ajudar;

Segunda. Trabalhe pautado na honestidade, compromisso e responsabilidade. Sabe aquele muito obrigado que você tanto esperou? Não importa o tempo, uma hora ele será dito. Crie boas oportunidades;

Terceira. Tenha perseverança.  Vão existir dias ruins, e de desânimo, pois são nesses dias que você tem que dar o seu melhor;

Quarta. Não recuse novos desafios. Tudo pode servir como aprendizado;

Quinta. Reconheça suas limitações. Você não nasceu pra ser perfeito, mas para superar tudo aquilo que te atrapalha;

Sexta. Não deixe as pessoas lhe magoarem sem ao menos você dizer como se sente e ainda esperar que lhe peçam desculpa;

Sétima. No meio caminho você se sentirá só, como ajuda faça uma oração!

Oitava. Um turbilhão de afazeres vem pra testar sua capacidade e paciência. Você vai ficar confuso, cansado, dormir pouco, duvidar do potencial que tem; ninguém vai te ajudar e uma fila quilométrica pra julgar e criticar todo seu esforço. Tape os ouvidos, os comentários maldosos vão doer, uma vontade tremenda sairá do seu íntimo, e mandar alguns pra %@$#!, mas não vale a pena se descompensar por causa dos outros.

Nono. Gente falsa e aproveitadora vai aparecer. Bem aí tenha cuidado! Pessoas com essa personalidade te cercam pra colher o que você tem de melhor, inclusive sua energia. Procure estar do lado de quem equilibra sua energia!

Décimo. Sabe aquele sonho antigo que tava lá no fundo da gaveta, e não tinha mais esperança em realizar? Pois bem, corra atrás e persista. Independente da espera uma hora ele chega até você.  

Longe do blog senti muita saudade de vocês. Espero ter ajudado!   


A vida pede mudanças

Publicado às 21/02/18 16h53

Como agir quando tudo parece mudar e você insiste em permanecer estático? Não sei.
A mudança sempre traz uma ponta de insegurança e nem sempre é fácil. Quando existem mudanças, sem querer pisamos no terreno do incerto, da qual provoca essa sensação de medo e incapacidade.

No fundo, algo nos manda sair do trivial pra colher novas experiências. Cortar velhos hábitos, tirar da gaveta projetos antigos e reavivar sonhos.

Mudança é um bom sinal. Sinal de esperança e novos começos.

Sair da rotina dói um pouco, é adaptação... É cômodo trilhar um caminho já conhecido! Na mesma proporção que nada de novo acontece, a vida fica monótona!!

Eu não sabia lidar com a mudança. O fato das coisas saírem da rotina me provocava terror. Sempre gostei de saber o que tem por trás da cortina. Nem sempre tudo é previsível, pois a vida é uma constante!

Faça silêncio e escute sua alma. Vamos esvaziar o espirito em preparação para o novo. Nem imaginamos, mas a mudança é latente, e em meio à correria de vida se esvai junto ao cansaço. Não adianta desejar, é preciso mudar de comportamento já que o interior grita!

Pelo medo de mudar nos tornamos conformados por opção, e passamos a dar justificativas pra tudo... Nada tem jeito... Meu destino é esse... Nenhum esforço vai mudar a situação... Muda sim! Na autoconfiança, nas atitudes, na sensibilidade! Hoje você não consegue ter essa percepção de enxergar o fator positivo da mudança, mesmo porque de inicio é dolorido, mas ao longo do caminho é libertador! Pense nisso! É um processo natural que a alma precisa.

 

 


Nostalgia

Publicado às 21/12/17 18h03

Dezembro produz em algumas pessoas sentimentos nostálgicos. Ficamos sensíveis e reflexivos. Fazemos uma espécie de retrospectiva de tudo que passou, e se cria novas perspectiva para o futuro próximo.

Além das luzes e enfeites, o espírito de generosidade fica aflorado. Tem aquela sensação de diminuir o ritmo, de leveza, bem calma na alma, já que conseguimos chegar ao mês doze do calendário. O último mês do ano traz também a necessidade de encerrar ciclos e começar outros. Por isso, seja a melhor época do ano para metade do público que vejo nas redes sociais.

Ele vem como um banho de motivação para os projetos parados, intermináveis ou para conclusão. Como seria bom se ao longo dos 365 dias do ano permanecessem em nós, alguns desses sentimentos, seria fácil suportar muitos momentos difíceis. A ESPERANÇA parece ser mais latente e viva no nosso interior nessa época.

Para os cristãos, os melhores sentimentos são devidos à chegada do Menino Jesus, na qual preparamos espírito e coração para Sua chegada. Limpamos da nossa vida aquilo que não é bom, ou pelo menos tentamos criar uma versão melhorada para essa época. Eu também acredito nisso, o nascimento de Jesus dentro de um enredo simples; a demonstração do amor grandioso de Deus pela humanidade por enviar mensagem de esperança a todos os povos; José e Maria eternizam a imagem da Sagrada Família e traduzem a importância dela! Está aí o ponto de arremate que gira em torno da beleza do Natal.

As luzes, os enfeites, a fartura são meros detalhes... Como diz um determinado texto: “não adianta tantas luzes acessas se o coração está apagado; não adianta luzes brilhando se não brilha a nossa caridade, os nossos gestos, as nossas atitudes”. A beleza do Natal consiste na euforia que vem de dentro pra fora. É tempo de renovação, de ver no Menino Deus a esperança e vivenciar ela todos os meses do ano novo que se aproxima. O mundo precisa de uma mensagem nova, de ânimo, cordialidade, na verdade, de humanidade!!! Que nesse Natal possamos dar o melhor dos presentes: o AMOR!

Feliz Natal!


Maturidade

Publicado às 27/10/17 18h14

Vasculhando o meu Facebook me deparei com a lembrança de um texto de 27 de outubro de 2014, no qual eu trazia meio que sem saber uma reflexão acerca da maturidade. A gente fala tanto nela, mas é complicado descobrir se já amadurecemos. Eu continuo me questionando, porque às vezes me acho tão imatura e pareço perdida diante dos conflitos externos e muito mais nos internos.

Um ano antes dessa postagem eu passei por um turbilhão de situações que foi da simples até a mais complexa. Tive que aprender, às duras custas, como sair delas e tomar decisões. Como costumo frisar aqui no blog, contei com a ajuda de pessoas muito generosas que dividiram experiências, ofereceram um ombro, me empurraram quando quis estagnar... Até mesmo porque na fase mais confusa busque bons exemplos, gente que te aconselha e acrescenta para o teu crescimento.

A maturidade é algo peculiar, mas com sensibilidade ela começa a fluir e aos poucos passa a ser perceptível aos olhos. Eu demorei a perceber; para esse processo surtir efeito é preciso se permitir a aprender com os erros, e buscar uma lição em cada situação difícil, ao invés de ficar chorando o leite derramado. A intenção era ajudar quem estava na mesma situação, por isso decidi postar pra você meu leitor querido. Vamos ao texto?

“Na minha humilde concepção, ser maduro vai muito além da idade. Está mais relacionada com as experiências vividas e do proveito que se tira delas! Sempre me perguntei quando descobriria se estava amadurecendo. O tempo tem esse dom de trazer respostas. Fui sentindo aos poucos mudanças na forma de encarar algumas situações. Comecei a perceber que ser maduro, é entender que terão dias ruins, e você precisa superar eles, em outros os seus planos não serão realizados, daí precisa olhar para outros horizontes, que nem sempre você será compreendido, e que a frustração é inevitável, que seu trabalho e esforço pouco será notado e reconhecido, e mesmo assim você deve executá-lo; os amigos nem sempre estarão por perto e nem por isso te esqueceram, e que as perdas e tragédias sempre vão acontecer, você esperando ou não. E que na mesma proporção que algumas pessoas saem do seu ciclo, outras chegam... Ser maduro é saber como se posicionar diante dos problemas e tirar lição deles, ainda por cima sorrir dos contratempos, e encarar tudo com bom humor, paciência e sabedoria”. 


Os novos hábitos de vida

Publicado às 10/10/17 09h26

Confesso que esse texto foi o mais difícil de trazer uma reflexão, porque foi ideia de um amigo que carinhosamente compartilhou comigo seu ponto de vista. Diante da responsabilidade, não quis fazer feio e maturei bastante os meus pensamentos.

Há alguns meses atrás ouvi que estamos na cultura da imposição. Achei interessante essa colocação. E quando meu amigo e leitor me deu esse tema, parti do seguinte ponto de vista: atualmente é imposto sutilmente, que devemos aderir um determinado veículo, usar aquela marca famosa, falar inúmeros idiomas, que viver estressado é normal, ser mal educado faz de você uma pessoa segura, dizer inúmeras vezes ao dia que não tem tempo, e trabalhar até morrer para se enquadrar no novo padrão da sociedade moderna. Se você não tiver e nem fizer nada disso, fica à margem do novo modelo.

O preocupante são os valores que estão por trás dessa nova cultura, e por parecer inofensiva absorvemos tal imposição... Tudo isso é vago e sem utilidade, estamos criando pessoas de personalidades vazias; e o pior de tudo, estamos colocando no mundo mais indivíduos egoístas. E depois se pergunta: o que está acontecendo com o mundo que anda tão hostil?

Milhares de pessoas são frustradas porque seguem à risca esse novo modelo de felicidade plena. No meu ponto de vista, muitas são doentias. Tudo na vida são reflexos de escolhas e batalhas diárias.  Precisamos atingir nossos projetos pessoais de vida, isso é saudável e nos motiva, mas é diferente de buscar a qualquer custo só pra satisfazer o externo, e se enquadrar num padrão que na maioria dos casos nem você mesmo se encaixa.

Não se cobre tanto. Se pode ser feliz pelo simples fato de respirar, ter amigos que estão contigo na hora do aperto, por ter saúde, saber olhar a olho nu as oportunidades é fundamental. Se você tem família aproveite melhor seu tempo com eles, se não tem aquele emprego dos sonhos, valorize aquele que lhe permite um salário no final do mês, é melhor viver bem do que frustrado e triste. Trace objetivos feitos por você, e não por imposições. A nossa passagem por aqui deve ser feita com maestria.

Espero meu amigo, que tenha cumprido de forma exitosa a missão! Abraços.


O recomeçar nosso de cada dia

Publicado às 29/08/17 17h17

Estamos em constante recomeço. A vida é feita disso! Recomeçar é por fim a um ciclo, às vezes por necessidade, e em outros casos porque é preciso. Digo e afirmo recomeçar nem sempre é fácil, você tem que achar forças de onde não tem, e não pode contar com ajuda nenhuma, pois na maioria dos casos a fonte de ânimo secou. É andar descalço por uma estrada cheia de cacos de vidro, sem saber o que lhe espera no final da trilha.

Recomeçar não é retornar por aquela estrada de cacos de vidro de onde você partiu, porque senão os cortes nunca vão diminuir. Por mais que na estrada do recomeço existam obstáculos que possam te ferir, é fundamental se proteger. Calce sapatos reforçados contra emoções e sentimentos negativos. O papel do recomeço vai além de superar, e sim aprender.  

Eu tenho medo de recomeços, mas talvez porque nas últimas situações eu fiquei parada olhando na mesma direção. Não via o que tinha de bonito ao meu redor. Quando viajamos sempre tem uma paisagem linda, que você só vai desfrutar se olhar pela janela e deixar de olhar fixo pra aquela estrada sem graça. É assim com a vida também! Bata o pó da alma.

Mas por onde recomeçar? Pelos projetos antigos que precisam de conclusão, descubra o prazer de trabalhar, retome conversas com aqueles que realmente merecem atenção, ocupe sua mente com algo produtivo, assista sua série favorita, reze, visite seus bons e velhos amigos, dance durante a faxina. E pare de olhar para aquela situação que te fez recomeçar como um monstro, e sim como incentivo.

Com certeza você já ouviu a história do Dom Quixote, no qual seu companheiro via em um moinho de vento um dragão e tentava derrotá-lo, mas ele nunca percebeu que o dragão era imaginário. Será que não lutamos com um dragão imaginário que nos impede de recomeçar? Como já diz uma letra da banda Los Hermanos: “É preciso força pra sonhar e perceber que a estrada vai além do que se vê”. O que nos falta é arriscar e descobrir que no final pode ter uma linda estrada de tijolos amarelos e de brinde você pode contemplar um jardim de papoulas.


    


Como pedir desculpa?!

Publicado às 07/08/17 14h32

É fato! Quando se discute com alguém e as coisas fogem do controle, as partes envolvidas se ofendem e saem magoadas. Depois dos ânimos acalmarem você começa a refletir e vê até onde foi o grau de culpa.

Após a análise, se conclui que você começou a briga e disse coisas horríveis, mesmo da boca pra fora, mas já não há caminhos pra contornar o que foi dito. Uma voz interior diz: pede desculpa e pronto! Mas, não é bem assim... Pedir desculpa vai além de querer resolver aquela situação vivida. É necessário sentir dentro do coração que magoou alguém. Sou dona disso, tenho uma língua incontrolável, quando vejo já sairam todas as insatisfações guardadas e nada de serem tidas dentro de um diálogo maduro.

Só mais uma reflexão: as insatisfações não surgem do nada! São acúmulos de outras situações que você vai relevando e deixando passar, na esperança do outro melhorar por livre e espontânea vontade! Mas, não é assim... Ninguém é perfeito! Às vezes (na maioria) o descontrole é a maneira mais simples, porém não tão eficaz de dizer: ISSO ME INCOMODA E PRESTE ATENÇÃO EM MIM!

O orgulho é um obstáculo que não pode ser ultrapassado porque no seu ponto de vista quem está com razão é você. O outro que errou e lhe ofendeu, quantas chances foram dadas e todas perdidas. E quem é você pra julgar o erro dos outros? Será que não vacilou inúmeras vezes e precisou da chance e do perdão do outro? O pedido de desculpas precisa ser sincero. É restaurar pelo menos uma ponta de afeto daquele que merece as SUAS DESCULPAS! Já aceitar o pedido de desculpas é na mesma linha de raciocínio, precisa ser recebido de coração aberto, e na certeza que as ofensas e os vacilos não vão servir de munição na próxima discussão.

Eu preciso pedir desculpa pra alguém, mas não sei qual estratégia utilizar, no que se refere ao melhor momento! Deixo passar os dias, 01 mês, 01 ano ou a eternidade? Além das hipóteses que passam na minha cabeça, não sei o que pode acontecer... Sendo sincera é difícil pedir algo, imagine desculpas! Além do medo da reação do outro! Foi por isso que escrevi essas pequenas linhas se no caso faltar às palavras certas, este escrito venha a ser utilizado, facilitando assim a comunicação, pois nele estão todas e as mais sinceras intenções!

 


Os fardos diários!

Publicado às 26/07/17 10h39

Estava meio sem inspiração, gosto de escrever daquilo que brota de dentro da minha alma. Depois de concluir uma parte das tarefas do meu dia, e de uma semana cheia de adaptação e de problemas de convivência, peguei meu celular, no qual tenho um aplicativo que traz as leituras bíblicas diárias. Fazia um tempinho que não lia nada.

Naquele dia, a minha força e vitalidade estavam esgotadas. A intuição pediu para que no meio da tarde eu abrisse minha bíblia virtual; a seguinte frase saltou aos olhos: “Vinde a mim, todos vós que estais cansados e carregados de fardos, e vos darei descanso”. A situação me levou a refletir em cima dos fardos diários e como estamos nos livrando deles.

A reflexão feita pelo padre em cima desta palavra, dizia que precisamos estreitar nossas relações com o Criador. Eu acredito piamente que o lado espiritual ajuda e nos dá o equilíbrio necessário para aliviar as fadigas da alma, onde não podemos tocar!

Além do lado espiritual, criei métodos para esvaziar esses fardos e cansaços diários. Com certeza você já ouviu falar em higiene mental. Da mesma forma que precisamos da higiene corporal, a nossa mente precisa tirar a sujeira. Como nosso corpo precisa de atividade física, o cérebro precisa ser exercitado também! Mas, como fazer isso? É muito simples! O primeiro passo é diagnosticar as atividades que lhe sejam prazerosas, saia pra conversar ou então visite aquele velho amigo, faça atividade física, ela alivia a tensão adquirida ao longo do dia, no tempo ocioso se permita conhecer e marque um encontro com si mesmo, dance no meio da sala enquanto faz faxina, leia um livro, ria alto, nesse intervalo procure mentalizar coisas boas.

Precisamos ser estimulados a viver bem, mesmo diante dos problemas! Quando o cansaço, a tristeza, o desânimo batem é quase impossível esvaziar a cabeça e manter o coração tranquilo! Mas, é aí que precisamos reagir! É no caos que a gente se organiza. Não viva carregando fardos desnecessários, sua passagem por essa vida precisa ser agradável e digna de boas lembranças. Viva bem!


Gratidão

Publicado às 06/07/17 12h55

Minha amiga Marcela Ramos já explanou muito bem em seu blog através do texto “Obrigada!”, o valor de agradecer. A partir dele fiz uma reflexão sobre os benefícios de ser grato.

Meu ponto de partida foi em cima das seguintes perguntas: Será que estamos praticando a gratidão de maneira suficiente? De que forma a gratidão pode mudar minha vida? Realmente agradecer torna as coisas mais simples?

É o seguinte, vamos começar em cima da indagação: Será que estamos praticando a gratidão de maneira suficiente? Eu Juliana, não! Minha visão ainda não consegue enxergar além do que tenho e conquistei. Só vejo na minha frente o que me falta. Tudo é insuficiente. É preciso lutar por suas conquistas pessoais, mas antes de arregaçar as mangas, seja grato pelo que conquistou. Só Deus e você sabem do esforço pra conseguir. A gratidão pode mudar sim, a sua vida. Agradecer as pessoas, a vida, aos seus pais, aos amigos e a todos, te transforma em uma pessoa otimista e agradável. E agradecendo as coisas ficam mais simples? Com CERTEZA, porque você vai parar de olhar o problema e buscar solução, e o universo vai te devolver toda gratidão despejada.

Tive uma semana tão pesada. Por pouco não abandonei alguns projetos. Eu só sentia tristeza e raiva! Respirava fundo e via que um trabalho quase que de Hércules não tinha valor algum. Eu queria mudar a situação, mas como? Com o coração cheio de lixo e peso desnecessário que me segurava e impedia de seguir. A vida tem umas provas surpresas, que não dá nem tempo de estudar e revisar o assunto, são aplicadas no susto. O conteúdo é todo baseado em nossas experiências. É preciso jogo de cintura pra não ficar reprovado, e nem estagnar na escola da vida. Com esses testes rápidos, as convicções criadas que duraram anos para se construir, em poucos minutos caem por terra. É fato: diante dos obstáculos fica difícil ser grato.

Onde entra a gratidão moça? Um rapaz participou do quadro “Lar doce Lar” do Caldeirão do Huck, da Rede Globo. O jovem vendia bombom para custear as faculdades de Filosofia e Direito, foi morador de rua, morou na casa de antigos patrões, e vivia longe da família. Resolveu mudar de cidade para melhorar sua situação financeira. Durante a exibição do quadro, uma coisa me chamou atenção: o rapaz sempre agradecia a Deus e não perdia o sorriso. Ele não fazia da sua história um lamento, mas um ponto de partida e depositava sua esperança num futuro próspero. A moral dessa história está no fato do jovem ser grato por suas conquistas, mesmo que ainda pequenas. 

Ser grato a Deus, pelo o que conquistou e pelas lutas diárias, é fundamental. A vida sempre se encarrega de retribuir. Exerça a prática de agradecer e veja tudo fluir.

 


Não sentir pena de si mesmo

Publicado às 26/06/17 09h58

Fique alerta, sentir pena de si mesmo é um obstáculo enorme que dificulta a nossa visão interior para enxergar o nosso potencial. Às vezes, é comum se sentir impotente, mas se fazer de vítima e viver numa eterna lamentação, não resolve absolutamente nada, e torna as coisas mais difíceis. A vida parece uma roda gigante, ora estamos por cima, e em outras por baixo. Por cima, a visão panorâmica é bem melhor, é confortável. Mas, quando a situação se investe, meu amigo é preciso ter coragem pra contornar a situação.

Por muito tempo me fiz de vítima das circunstâncias. Não por conta do meu comportamento, mas devido a pessoas cruéis que eu as chamava de “amigas”, que lançavam essa erva daninha, eu a plantava e colhia todos os seus frutos. Na visão delas eu deveria sentir pena de mim porque não me enquadrava aos padrões de beleza, era magra demais, porque meu cabelo não era liso, era rejeitada pelos meninos da escola, porque riam de mim... Enfim, eram vários motivos pra viver sentindo pena de mim. Isso se passou na adolescência e que se estendeu pra vida adulta.

Não sou psicóloga, mas é fácil diagnosticar os sintomas. A começar pela sensação de fracasso e injustiça, e que a vida nunca lhe dá chance de nada. Outro clássico que podemos apontar aqui, é o sentimento de rejeição. 

Mude o repertório da sua vida. Estabeleça novos hábitos. Terminou o namoro, já chorou a saudade, procure ver a oportunidade de conhecer novas pessoas e, se mesmo assim, continuar solteiro, marque um encontro com si mesmo e desfrute o prazer de sua companhia. Algo estar a conspirar contra? Conspire positivamente contra ele também, busque estratégias e trace novos planos.

Problemas só não tem quem já morreu, se já tentou solucionar, e viu que a solução não é imediata, demanda tempo. Tenha paciência e resignação. Se seus velhos amigos lhe abandonaram, que tal fazer uns novos amigos! Tem muita gente com esse pensamento.

Veja o lado positivo de todas as situações, e busque aprender uma lição, a vida ensina dessa forma. A nossa passagem é rápida demais pra ficar vivendo por trás de uma vidraça de infelicidade e insegurança. Por isso, foque no que é bom!


Os bons amigos.

Publicado às 13/06/17 10h36

Nos meus textos costumo sempre citar os bons amigos. Sem eles, a vida não teria graça nenhuma, Deus como não pode estar fisicamente, Ele manda anjos que chamamos de amigos.  Tenho muito amor, por aqueles que se achegaram a mim porque buscavam dividir alegrias, tristezas e experiências. A amizade verdadeira na sua raiz tem uma cumplicidade fora do normal, você sabe o que o outro está passando só de olhar. É uma relação de irmandade fora dos laços sanguíneos.  

Quem me conhece bem, sabe da minha paixão pela série “Sex And The City” e pela Carrie, a protagonista vivida pela brilhante atriz Sarah Jessica Parker, uma escritora que mora em Nova York. A série, que virou filme, traz vários assuntos, a começar pelo feminismo e empoderamento; ressalta-se que ela é do ano de 1998 e já levantava a bandeira do respeito à igualdade de gênero. Tenho muito da Carrie em mim. Talvez seja o motivo pelo qual não perco um episódio, pois domingo é o dia de acompanhar as aventuras de Carrie e as amigas Charlotte, Miranda e Samantha.

Além dos dramas do universo feminino, a série aborda a bonita relação de amizade entre as personagens. “Talvez sejamos a alma gêmea uma da outra”! E dentro das minhas boas amigas reconheço: a Charlotte, a moça romântica que sonha em casar e ter filhos; a Miranda, a durona só por fora, mas por dentro é um torrão de açúcar; e a Samantha que vive a vida intensamente. Em suas diferenças elas se completam.  A Carrie é divertida, livre de conceitos e gosta de experimentar novas experiências, é pura emoção.

Diante de alguns dilemas e situações embaraçosas, tive os bons amigos pra enfrentar a barra, aconselhar, fazer rir, ou até mesmo, nem precisaram dizer nada pra eu me sentir melhor. Já despejei tanta coisa nos ombros dos amigos, e depois a sensação foi de leveza, como se uma tonelada de angústia tivesse saído das costas.  Cultive os bons amigos, retribua, visite, mande mensagens inesperadas, diga que ele é importante, que o ama e está a disposição! Se esse amigo se mantém ao seu lado, é sinal que essa amizade vale a pena. Vez ou outra uma música, um perfume, um recorte de caderno, uma fotografia traz a lembrança de pessoas que conviveram intimamente na minha rotina. Diante disso, bate uma nostalgia em relação aos amigos, que por algum motivo se afastaram; antes eu os julgavam. Atualmente prefiro acreditar que eles foram os melhores amigos que alguém poderia ter naquela época. Depois que me repassaram algum aprendizado, eles partiram do meu convívio se cumprindo um ciclo. A eles deixo o meu sincero, muito obrigado!    

Ainda falando da Carrie e suas amigas, a semelhança entre a minha realidade e ficção, é que posso contar em qualquer situação com as BOAS AMIGAS, uma da mão pra outra na alegria, na tristeza na saúde e na doença, nos respeitamos. E isso se assemelha muito com o que a série retrata. Com vocês aprendo a ser um ser humano melhor e vejo que, com a força da amizade, é possível vencer o mundo! Gratidão, gratidão e mil vezes gratidão é o que carrego no peito! Amo vocês!!!!               


As surpresas da vida

Publicado às 06/06/17 16h31

A vida é cheia de altos e baixos. E na pista de dança das adversidades nunca imaginamos o que pode nos atingir ao longo dela. É errado? Claro que não! É um instinto natural buscar uma vida tranquila e a felicidade. Tudo começa nos primórdios da nossa existência. Estamos atrás de obter as melhores notas da classe, os melhores amigos, frequentar bons lugares e por aí vai... Quando se fica adulto, o comportamento não muda muito. O que muda são os interesses.


Estamos sujeitos a tudo. Tanto a alegria quanto a tristeza. A riqueza e pobreza. Gozar de boa saúde ou não. Estar vivo ou amanhã morto! Nunca trazemos no coração situações difíceis das quais possamos viver. Mesmo que o presente seja complicado, depositamos nossa esperança num futuro melhor e que preencha o que nos falta hoje. Quando as coisas começam a fugir conforme o planejado, o que devemos que fazer? Como encarar as perdas, frustações, doenças, dificuldade financeiras, problemas familiares, divórcio e o desemprego? Estamos despreparados para enfrentar aquilo que nos tira da zona de conforto.


Em outubro de 2013 minha mãe caiu e fraturou a bacia, em decorrência da queda ficou sem andar durante 07 meses - e até hoje está em tratamento -, no mês seguinte tive uma prima assassinada por um drogado sem nenhum motivo. A rotina que antes era monótona e tediosa eu desejava ter de volta, sonhava acordada que tudo não passava de um pesadelo e quando acordasse as coisas estavam no seu devido lugar, sem nenhuma alteração na ordem dos fatores.


O que de fato eu não queria era estar vivendo aquele drama maior. Com certeza minha mãe nunca imaginou chegar à velhice sem andar; a mãe da Surama (minha Tia), em perder a filha dela tão cedo e de uma maneira tão brutal; e eu nem de longe enfrentar essas duas situações. A vida parece um jogo de videogame, quando você menos espera aparece no meio do caminho um “Game Over” – Você Perdeu.


Não tem receita e nem conselho para essas horas, meu caro amigo! E inviável ficar calculando mentalmente as adversidades que podemos enfrentar... A vida só é vida, porque tem esse dinamismo, nem sempre favorável. O lixo emocional que carreguei durante um bom tempo na alma, não mudou as circunstâncias, pelo contrário, me adoeceu o espírito. Nessas situações precisamos de bons amigos, abraços, fé, sabedoria e muita força pra buscar um novo horizonte e virar a página do sofrimento.


Em busca do conselho perfeito!

Publicado às 31/05/17 11h45

No meu primeiro texto coloquei que vivia atrás de respostas concretas para os problemas. Não encontrei em livros e muito menos em receitas prontas. O caminho da aceitação é um longo percurso, e na maior parte é feita de pedras. A aceitação colocada neste contexto, não é aquela que você precisa viver numa vida enfiada na tristeza, é aceitar que coisas boas e ruins acontecem, mas o rumo da história pode ser diferente.

Agora vamos aos fatos! Quando tudo começou a desmoronar, de início veio à superioridade, depois a fase do desabafo. Em algumas conversas ouvia: isso é besteira, tá sofrendo por isso? Esse tipo de argumento me fez amargar sozinha durante muitas noites. Mas, recorri à gente sábia, que em meio ao meu desespero diziam: calma isso é só uma fase! Tive os melhores amigos que alguém poderia ter na época do “inferno astral”. Meus pais seguraram com maestria as pontas. Deus também foi mais do que fundamental, mas vou falar da participação Dele em outro texto mais adiante, a sua grandiosidade não se limita em poucos parágrafos...

A grande sacada era só entender quando a maré ruim ia baixar, pois a minha necessidade de sair do fogo cruzado da tristeza era urgente, porque chega um tempo que se torna cansativo ficar no luto, da mesma maneira que não se tem mais cara de alugar os ouvidos dos amigos, e cansa também de procurar aquilo que não vai encontrar nos livros de autoajuda  - eles apontam o caminho, mas não a solução - tem um momento que você precisa REAGIR à tristeza, aos problemas, as perdas ou de tudo aquilo que te impede de prosseguir... Eu queria reagir, mas não sabia a metodologia correta a ser utilizada. Então, traçei um método próprio. De inicio, resolvi respirar fundo e por as coisas em ordem. Criei o hábito de pensar positivo e que tudo passa, e a vida passa também na mesma proporção. Comecei a sorrir mesmo quando as circunstâncias eram desfavoráveis. Os programas de humor viraram rotina. Era uma válvula de escape nos dias estressantes.

Os bons amigos já citados me tiraram de casa, conversei e respirei outros ares. Havia dias que a vontade era ficar jogada amargando ainda alguns pensamentos. Mesmo assim, vestia uma roupa legal e saia pra vivenciar novas aventuras, histórias e boas gargalhadas. Criei novos hábitos, me exercitei, fiz novas leituras, mudei o repertório musical de acordo com o momento. Dediquei um tempo para as minhas prioridades. Aos poucos passei a rir daquilo que antes não tinha graça, a enxergar a beleza do céu em noite estrelada, passei a ver beleza em tudo, inclusive naquilo que durante muito tempo doeu.

O conselho perfeito estava dentro de mim e na mudança do meu comportamento quando decidi dar uma basta na tristeza. Precisei da ajuda de PESSOAS CERTAS, mas sair da zona de conflito interno dependia única e exclusivamente da minha vontade de vencer. Não é tão simples. É um esforço árduo e diário. Vai ter dias sombrios, cansativos, nos quais pensamentos negativos vão gritar na sua cabeça, mas você pode criar barreiras, a sua saúde mental agradece!

A alegria prolonga a vida! Crie o seu método, e vamos tentar fazer isso hoje?!    
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O dom de não viver na amargura

Publicado às 26/05/17 10h46

Essa semana fui pega de surpresa por um testemunho do Padre Fábio de Melo em seu programa na TV Católica Canção Nova. Quem acompanha as redes sociais, o Padre Fábio de Melo é um fenômeno, bastante conhecido por suas frases motivadoras e tocantes. No programa no qual é apresentador, ele trata da espiritualidade dentro de um contexto diário e didático, com exemplos de fácil compreensão. O assunto abordado desse programa era sobre a necessidade de não deixarmos o peso dos problemas dominar a nossa vida interior. Saber viver a vida, sem esquecer as dificuldades que carregamos.

Ele começou falando de pessoas, que apesar da idade e das limitações não perdiam o bom humor, e em seguida relatou a sua experiência de perder duas irmãs. De inicio o padre segurou bem as pontas, mas quando falou da morte da irmã mais velha da qual era apegado, Fábio de Melo chorou... E disse que precisou do colo da mãe para ser consolado. Nunca imaginei ver o Padre que sempre me motivou chorando, e dizendo abertamente que sofreu e teve dificuldade pra digerir a dor da perda. Isso é humano! Talvez esse seja o diferencial do Fábio de Melo.

Além desse testemunho, ele fez uma profunda reflexão em cima da capacidade de resistência de sua mãe. Que diante disso tudo, sempre foi bem resolvida com Deus e com a vida. Ressaltou ainda que temos a péssima mania de culpar Deus por tudo de ruim que acontece nas nossas vidas. Disse mais “que a nossa relação com Deus é com base na troca”. Isso me tocou bastante... Segundo Fábio de Melo, trocamos favores “Eu vou assistir a tantas missas pra receber a graça de um emprego!”.

Entendi perfeitamente o que ele quis dizer: Deus é Deus sempre. O amor Dele nunca muda. A gente que muda de acordo com a situação... Somos convenientes! Talvez a nossa espiritualidade, ainda fraca não nos sustente para combater a amargura. Ninguém está preparado para perder nada, muito menos aqueles que amamos. Mas se o interior está fortalecido pela oração, sair do fundo do poço fica fácil. Ficou nítida na explicação do Pe. Fábio de Melo, a nobreza de encarar os momentos difíceis com resignação e fé. A amargura cria um muro que nos impede de prosseguir, além do nó imaginário na garganta que desce queimando pelo peito. Quem vive remoendo a amargura se perde em meio aos próprios sentimentos ruins.

A amargura não é virtude, e nem estilo de vida. Faz a gente perder a sensibilidade como enxergar a beleza de um abraço, da amizade, do pôr do sol e de uma noite estrelada. Volto a dizer por experiência própria: é um processo longo e que só depende de VOCÊ! Comece aos poucos! Hoje mesmo faça um exame de consciência e veja o que lhe causa amargura. Ou escreva tudo aquilo que te incomoda. Respire fundo e mentalize sair de toda confusão que durante muito tempo você alimentou. Reze pedindo direção espiritual, a oração mais bonita é aquela que sai verdadeiramente do coração. Lembre-se nascemos para sermos felizes e não amargurados! A passagem por essa vida deve ser feita com maestria e boas virtudes!!!

 


Nem tudo que reluz é ouro!

Publicado às 17/05/17 16h28

Não existe uma fórmula matemática para a felicidade. Ser feliz ou viver em paz com o mundo exterior é uma questão de escolha. Falando assim é tão simples... Para mim é um exercício diário, é como se fosse aquela atividade, não pra ter o corpo bonito, mas para ficar com o espírito leve e alma tranquila.  Felicidade e vida tranquila só existem em livros e contos.

Em outubro de 2013, minha mãe caiu e fraturou a bacia, mal se recuperou e foi diagnosticada com uma trombose acompanhada de outra fratura. Me questionava porque aquilo estava acontecendo. Ao invés de murmurar, passei a ouvir as pessoas do meu convívio, e descobri que cada uma tinha histórias de vida motivadoras e passavam por problemas bem maiores e não perdiam a capacidade de sorrir e enfrentar tudo com bom humor. Não aquele humor superficial, mas aquele que contagia e te encoraja a lutar contra um exército. Sabe aquele sorriso que não sai dos lábios, e sim do coração? O sorriso e a alegria eram tudo de mais valioso que essas pessoas podiam oferecer! Aquilo foi um banho de realidade e ensinamento. Cada pessoa tem sempre uma experiência mais dolorosa ou não que você, por isso RESPEITE!     

Chegar a essa conclusão não foi fácil. Penei e amarguei. Sempre com a ideia de injustiçada pelas circunstâncias. Nessas minhas conversas, descobri que o pai de uma amiga, em um único dia fez duas cirurgias de alto risco, e a avó materna havia enfrentado um câncer. Com esse exemplo, literalmente bem embaixo do meu nariz, vi que situações difíceis batem a porta de todos. O que muda é como se encara elas.

Gente, nem tudo que brilha e reluz, é ouro.  Do lado de fora tudo pode aparentar estar em perfeita ordem. Talvez uma pessoa próxima esteja enfrentando uma batalha monstruosa, e sofra calada, não por orgulho ou autossuficiência, mas porque estamos em um mundo tão individualista, que os problemas dos outros são realmente dos outros.  Não me interessa saber que o próximo passa! Já tenho tantos problemas e ainda vou saber de mais problemas? Se eu ficar sabendo não vai dar em nada mesmo!  

Adianta sim, ouvir alivia o coração e renova as forças daquele que vive o problema. Você externar uma palavra amiga, ou até mesmo nem dizer nada, vai fazer essa pessoa retomar a confiança pela vida. E quem sabe, as suas experiências ajudem a enfrentar aquela situação adversa e vê que a vida infelizmente tem dessas coisas. Vamos sair do casulo do individualismo e espalhar mais humanidade no mundo!  O bem feito ao teu próximo vai cair como luva lá na frente!  


Refletir ou não?! Eis a questão.

Publicado às 08/05/17 14h48

Um questionamento feito nos últimos dias vem a ser o assunto do blog esta semana. Duas pessoas me perguntaram por que eu não escrevia sobre o Direito, já que é minha área de formação. No momento, em tom de brincadeira, respondi que gostaria de tratar sobre coisas divertidas, não que eu considere o Direito chato ou sem diversão, pelo contrário, sou apaixonada e pretendo atuar, assim que aprovada no Exame de Ordem.

Quando se liga a TV, as notícias de destaque são os escândalos de corrupção, tragédias, mortes e por aí vai. Além das situações particulares que cada um enfrenta na família, no trabalho, universidade e relacionamentos... Diante disso, quis escrever sobre coisas que no primeiro parágrafo o leitor se identifique com aquela situação ou exposição dos fatos aqui narrados e descritos. Tiro essas conclusões baseada nas minhas experiências. Só pra se ter ideia, um tempo atrás, eu procurava encontrar respostas para meus conflitos emocionais.

Ninguém sabe, tinha vergonha de falar que vivia procurando na internet livros de autoajuda, como superar a perda de um ente querido, de lidar com o sofrimento de sua mãe, segurando as pontas e não ficar doida. Mas, todas as leituras eram superficiais e apontavam uma facilidade tremenda. O que mais ajudou foram os bons amigos; na verdade estavam mais para bons ouvintes. Sobre isso, teremos um tema voltado neste blog mais adiante...

No fundo, eu queria que alguém apontasse o caminho dos tijolos amarelos, e no final dele encontrasse as respostas para aquele momento, ainda por cima um remédio para aliviar o sofrimento. Não tive o caminho indicado. Encontrar respostas não foi fácil e muito menos tomei o remédio para aliviar as dores. Toda superação foi fruto da paciência! Até hoje procuro aperfeiçoar e mudar a minha postura diante dos problemas. Para ter essa visão contei com ajuda de gente boa e amiga que dividia comigo suas experiências. Como serviu pra mim, pode servir pra muita gente. É isso que pretendo fazer também dentro desse espaço. Te ajudar a dividir os problemas e somar alegrias!!!

 


Vamos nos apresentar?!

Publicado às 02/05/17 15h09

Olá!

A partir de agora vamos nos encontrar nesse espaço. Aqui serão falados os mais variados assuntos, com o objetivo mais de trocar experiências. Apesar da pouca vivência, espero acrescentar em algo de positivo na vida dos leitores deste blog. Vou tratar de situações que eu já enfrentei ou meu ponto de vista, por meio de reflexões.

Há tempos venho escrevendo. Nada muito importante e nem impactante. Foi um jeito encontrado para aliviar sentimentos e a grande quantidade de pensamentos. Escrever é uma espécie de universo paralelo, intocável! Uma conversa com meu íntimo, que depois de cada linha, parágrafo e ponto, fica melhor entender o que se passa do lado de dentro. É um programa de entrevista, onde a convidada sempre é a mesma pessoa.

Nem de longe, nunca imaginei ter um blog. Em casa é comum assistir ou ler sobre determinado assunto, sair interpretando e compartilhando com minha plateia, na pessoa de Dona Dalva (minha mãe), que escuta e faz críticas a seu modo, meio que cômico. Um dia, depois de uma longa explanação, veio um estalo na mente de assumir uma coluna no Portal Sinal Verde. Uma alternativa de repassar carinhosamente ao meu futuro leitor, algo que o estimulasse a suportar algumas adversidades da vida de maneira leve e transformando a amargura em experiência.

Não quero usar de clichê, tipo: é fácil ser feliz! Você pode superar as dores e problemas! Olha como eu estou bem! Não tenho mais preocupação e nem medo! Querido marujo (a), não é tão fácil como se pinta. É um longo e duro processo, mas não é impossível! O custo é começar e sair dos velhos hábitos. Partindo daí serão feitas minhas reflexões.

Esta foi uma pequena apresentação ao amigo leitor do Blog Juliana Medeiros!

Bjinho!!


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SOBRE O BLOG

Olá! Bem vindo ao meu blog. Sou bacharel em direito e jornalista. Aqui vamos trocar experiências relacionadas ao cotidiano, e reflexões dos mais variados assuntos!



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